Não só falo de IA — desenho a estratégia e entrego o produto funcionando. Da auditoria ao conserto, do fluxo ao código.
Desenho a estratégia e entrego o produto funcionando — e você acompanha cada etapa, do diagnóstico ao produto no ar.
Analiso o negócio e o produto real, com evidência e nota. Aponto onde a IA muda o jogo — e onde é só hype.
Desenho a experiência e a jornada antes de alguém escrever uma linha. Usabilidade como requisito, não acabamento.
Não paro no design: entrego o produto funcionando, com o apoio das IAs. Estratégia que vira produto no ar.
Cada caso abaixo começou com um problema real de negócio e terminou com gente usando o produto.
Sou cofundadora da Presenza Soluções, ao lado de Leonardo, Júnior e Amanda. Construímos sistemas sob medida e ajudamos empresas a usar IA onde ela dá retorno: começamos sempre pela dor, nunca pela tecnologia.
Na sociedade, eu cuido da experiência e da consultoria de IA. Meu trabalho é garantir que cada sistema seja usado sem precisar de treinamento. O método é o mesmo em todo projeto: diagnóstico, protótipo, entrega e métricas.
presenzasolucoes.com →Gestão de frota para transportadoras com mais de 50 veículos: viagens, motorista no app com GPS e o custo e o lucro de cada viagem num lugar só. Desenhei a experiência do protótipo ao produto no ar.
Abrir o case →Para a social media que atende várias empresas: perfil de cada cliente, plano do mês, relatório do Instagram que se monta sozinho, portal para o cliente aprovar e o financeiro do negócio.
Abrir o case →CRM, app, SaaS, sistema industrial. Em cada produto, a entrega é a decisão: o que mudar, onde mudar e o que deixar como está, com evidência medida no produto real.
Abrir o case →Do "me ensina" ao "faz por mim" — você escolhe onde entro.
Jornada de aprendizado pra você e seu time usarem IA com estratégia — não tutorial de ferramenta, aplicação no seu negócio.
Para quem quer autonomia →Auditoria do seu produto e operação: onde a IA destrava resultado, com evidência e prioridade. Estratégia clara pra decidir.
Para quem quer direção →Desenho e entrego o produto ou fluxo funcionando — do protótipo ao código no ar. A estratégia sai do slide.
Para quem quer resultado →Sou cofundadora da Presenza Soluções, onde cuido da experiência e da consultoria de IA. Antes, fui Product Designer Sênior e UX Engineer na Paris Group, em Chapecó (SC), e Product Lead do UX Fluxo. Especialista em usabilidade com engenharia de IA — a IA complementa as minhas tarefas, e eu não paro no design: entrego o produto funcionando.
“Comunicação clara, objetiva e estratégica. Mesmo em cenários complexos, ela traduz ideias e necessidades em soluções compreensíveis para todos os perfis do time — facilitando o alinhamento entre Produto, Desenvolvimento e Suporte.”
“Se destaca como uma profissional de UX altamente qualificada, sempre conduzindo pesquisas aprofundadas e prototipagem de alta qualidade. Entrega soluções que realmente fazem a diferença.”
“Está sempre buscando melhorar processos e práticas de design. Ficou claro o quanto ela é aberta e flexível, sem deixar de se posicionar. Tem um olhar muito bem fundamentado.”
“Profissional movida por curiosidade e iniciativa. Pesquisa, conecta pessoas e informações com rapidez e transforma isso em bons fluxos e interfaces. Recomendo pela capacidade de execução.”
Depende do formato — mentoria, consultoria pontual ou implementação têm escopos diferentes. A primeira conversa é pra entender o seu caso e desenhar a proposta certa, sem compromisso.
Um diagnóstico costuma ser rápido — dias, não meses. Implementação depende do escopo, mas o método existe justamente pra encurtar: desenho o fluxo antes de gastar código, então a gente não retrabalha.
Melhor ainda. Entro como estratégia e capacitação — mentoro o time pra aplicar IA com critério, ou implemento junto o que falta. Não substituo o time, destravo ele.
A pergunta certa não é o que a IA automatiza — é o que o seu cliente vai parar de te pagar pra fazer. Eu ajudo você a sair da tarefa que qualquer um já faz com IA e ir para o julgamento que a IA não faz.
Uma conversa. Você me conta o negócio e o incômodo; eu te digo, com honestidade, se e onde a IA ajuda — e qual formato faz sentido.
Não é sobre automatizar o que você faz. É sobre o resultado que você entrega.
Um workspace que audita o produto real — vivo e logado — e devolve o conserto já em código. É o meu método de UX virado produto.
A minha expertise de UX estava presa em dezenas de skills no terminal — poderosas, mas invisíveis, sem memória e sem superfície visual. Achar um problema e consertar eram dois pulos manuais: audita num lugar, reconstrói a tela em outro.
Quadro (kanban de achados da frota) → Canvas (a tela real capturada ao vivo, com os achados fixados no elemento exato onde o problema vive) → agentes de IA ("audita essa tela", "audita a jornada" e, na fase generativa, "propõe um redesign em código").
Eu defini a tese que segura o produto e desenho+construo cada tela, dirigindo a IA sobre a base PageShell:
Tudo flui numa direção só — motor → evidência → UI. Um achado sem evidência é opinião; um redesign sem evidência é chute. O UX Fluxo recusa os dois.
O motor entra no produto real (login de teste cifrado, read-only, à prova de escrita) e fotografa as telas com o mapa de elementos. Nunca um clone local.
Cada problema fica fixado no elemento exato da tela — não numa lista solta. O conserto sai como task (e código) pro dev.
Uma líder de UX audita todos os produtos numa superfície só — antes era skill por skill no terminal.
O problema sai como task + código pro dev, com contexto visual — fecha auditoria→redesign.
Dá corpo visual a um método que antes vivia invisível no terminal.
Nada é "imaginado": todo redesign nasce da tela real capturada.
Verdade como arquitetura: evidência antes de opinião, e antes de redesign. É a tese que me faz não parar no design — e entregar o conserto de verdade.
Do diagnóstico ao conserto: me conta o que está acontecendo no seu produto e eu te digo por onde começar.
Ou por e-mail: alanafachini.uxui@gmail.com
O PageShell não é uma pasta de botões. É o sistema que define como os produtos se parecem, se comportam e são construídos: dos fundamentos visuais às telas inteiras, na web e no celular.
O PageShell é o design system que sustenta os produtos da Paris Group. Ele reúne a linguagem visual, os componentes e as regras de uso num só lugar, para que qualquer produto novo já nasça coerente com os outros.
Fundamentos e tema: cor, tipografia e espaçamento em tokens. Cada marca troca o tema, não o produto.
Primitivos: as peças básicas, como botão, campo e cartão.
Layouts e composições: telas inteiras prontas, como lista, formulário e painel.
Núcleo comum: a mesma lógica serve à web e ao celular, sem duplicar.
Peça simples mostra de verdade; tela complexa mostra um esboço; peça sem visual mostra o nome — equilibrando clareza, performance e manutenção.
Com todas as peças animadas ao mesmo tempo a tela virava um caos. Deixei tudo parado e só anima ao passar o mouse.
Famílias e busca, para o tamanho do sistema não virar peso na cabeça de quem usa.
Uma melhoria no sistema vale para todos os produtos de uma vez. Menos retrabalho.
Achar uma peça e treinar gente nova deixam de custar horas.
Várias marcas a partir de um núcleo, com a mesma linguagem visual.
O mesmo sistema atende os dois, com a lógica escrita uma vez só.
Design system não vale pelo tamanho. Vale pelo quanto as pessoas conseguem construir com ele.
Fundamentos, componentes e padrões que fazem cada tela nova nascer coerente. Me conta o seu cenário e eu te digo por onde começar.
Ou por e-mail: alanafachini.uxui@gmail.com
Gestão de frota para transportadoras: veículos, viagens, motorista no app com GPS e o financeiro de cada viagem num lugar só.
O administrador de uma transportadora com mais de 50 veículos só descobre se o mês deu dinheiro cerca de 30 dias depois. O Seu Trecho junta num lugar o cadastro da frota, a alocação do frete, o app do motorista (status, GPS e foto do canhoto) e o custo e o lucro de cada viagem.
Página com 4 telas de rolagem.
22 fretes numa lista só, com 6 esperando.
O formulário sugeria veículo e motorista ocupados: 4 recusas na primeira tentativa.
Abas com contador e 10 por página.
Linhas compactas, o que espera aparece primeiro.
Painel em 3 passos: quem está livre e por que os outros não.
A IA escreve boa parte do código. O que decide se o administrador da frota consegue usar sozinho é o desenho:
23 telas desenhadas e conferidas antes de alguém programar. Erro de fluxo custa uma tarde no protótipo, não uma semana no produto.
Nada de rolagem sem fim: o que espera ação fica numa aba com contador, e o resto não atrapalha.
Escrevi o pacote de contexto que orienta as IAs na construção. Em 4 rodadas ele foi de 15 para 41 regras.
Receita menos custos de cada viagem, sem esperar o fechamento do mês.
Status, GPS e foto do canhoto chegam direto para o administrador.
Só aparecem veículo e motorista livres, com o motivo dos outros.
O painel do administrador instala no celular e avisa o que vence.
Lista boa não é a que mostra tudo. É a que mostra o que dá pra fazer agora.
O Seu Trecho é um produto da Presenza Soluções. A gente parte da dor do seu negócio e entrega o sistema funcionando. Conheça a empresa ou fale direto comigo.
Ou por e-mail: alanafachini.uxui@gmail.com
Lista de problemas qualquer ferramenta gera. O meu trabalho é decidir com a equipe o que mudar, onde mudar e o que deixar como está, com evidência medida no produto real.
Os nomes ficam de fora. O problema, a decisão e o resultado são reais.
Nenhum usuário novo conseguia ativar a conta: o link de verificação caía no site de marketing. Em vez de refazer o cadastro, a causa era uma configuração, e a tela certa já existia.
O protótipo falhava em contraste, toque e rótulos. Decidi trocar as cores na origem e aplicar as regras de toque só no celular, mantendo o desktop fiel ao original. Sete decisões aprovadas pelo cliente.
O tipo de trabalho era decidido na mão, pela cor da etiqueta. Decidi que ele vira o primeiro passo do pedido e define o resto do fluxo. E, no prazo do sistema antigo, a saída foi de negócio: renovar só o mínimo da licença.
A tela abria o dia em zero e cobrava por culpa; a IA sugeria sem explicar. Decidi pela fila de ação como tela inicial, com a IA mostrando o valor esperado de cada sugestão e uma meta do dia que dá para bater.
A tela inicial falava com quem ainda não tinha assinado. Decidi mostrar conforme o estado da conta: conta nova vê o passo a passo, conta configurada vê a agenda do dia. E escureci um único tom do laranja para o botão principal passar no contraste.
A equipe sai sabendo o que fazer primeiro e por quê.
Corrigir na origem resolve dezenas de telas de uma vez.
A correção cabe no que já existe, sem refazer a identidade.
Cada decisão vira tarefa no produto, e eu sigo até chegar ao usuário.
Auditoria boa não termina numa lista. Termina numa decisão que alguém consegue executar amanhã.
Uma conversa basta para começar. Você me mostra o produto e o incômodo; eu te digo onde está o problema e qual decisão vale tomar primeiro.
Ou por e-mail: alanafachini.uxui@gmail.com
Onde eu penso em voz alta sobre estratégia de IA, produto e o que de fato muda o negócio — sempre com um caso concreto atrás.
A pergunta certa não é o que a IA automatiza na sua operação — é o que o seu cliente vai parar de te pagar pra fazer.
A pergunta certa não é o que a IA vai automatizar na sua operação. É o que o seu cliente vai parar de te pagar pra fazer.
Todo empresário me chega com a mesma frase: "quero usar IA pra ganhar eficiência." É o pedido. Não é a dor.
A dor real aparece quando ele olha pro que a empresa cobra caro hoje e percebe: aquilo está a um prompt decente de virar coisa que qualquer um faz. Não é um problema de eficiência — é de preço.
Do jeito que ele diria pro amigo, sem filtro: "metade do que a gente entrega, o cliente vai fazer sozinho ano que vem."
Enquanto você corre pra automatizar tarefa, o mercado está redefinindo o que ainda vale a pena pagar. Três movimentos:
Não é sobre automatizar o que você faz. É sobre proteger o que você cobra.
Uma conversa basta para começar. Você me conta o negócio e o incômodo; eu te digo onde a IA ajuda, onde ela fica de fora e por onde começar.
Ou por e-mail: alanafachini.uxui@gmail.com
Quem começa agora não ganha por chegar primeiro. Ganha porque aprende com pouco risco e chega pronto quando o mercado cobrar.
Muito empresário olha para a IA e pensa: "vou esperar ficar mais maduro, mais barato, mais claro". Faz sentido para comprar celular. Não faz para mudar a forma como a empresa trabalha.
O que a IA entrega de valor não vem pronto na caixa. Vem do aprendizado acumulado: saber o que pedir, que processo encaixa, onde a equipe confia e onde ainda confere. Isso não se compra depois. Se constrói.
Não pela ferramenta da moda. Pelo processo que mais rouba hora da sua equipe e que se repete toda semana. Um só. Melhore esse, meça o antes e o depois, e use o que aprendeu para escolher o próximo.
IA não é corrida de quem chega primeiro. É de quem aprende enquanto o erro ainda sai barato.
Uma conversa basta para começar. Você me conta o negócio e o incômodo; eu te digo onde a IA ajuda, onde ela fica de fora e por onde começar.
Ou por e-mail: alanafachini.uxui@gmail.com
Ferramenta qualquer um assina. O que muda o resultado é escolher onde a IA entra, onde ela fica de fora e como medir.
O pedido mais comum que recebo é "quero um chatbot" ou "quero automatizar o atendimento". É um bom começo de conversa. Mas quase nunca é o que mais traz retorno para aquele negócio.
Antes de falar de ferramenta, eu faço três perguntas sobre a operação:
As respostas mostram onde a IA vale a pena. E, tão importante quanto, onde ela deve ficar de fora.
O empresário não precisa virar especialista em IA. Precisa de alguém que entenda o negócio dele primeiro e a tecnologia depois.
O valor da IA não está na ferramenta. Está em saber onde ela entra no seu negócio.
Uma conversa basta para começar. Você me conta o negócio e o incômodo; eu te digo onde a IA ajuda, onde ela fica de fora e por onde começar.
Ou por e-mail: alanafachini.uxui@gmail.com
Presenza Social Mídia —a carteira inteira de clientes numa tela só.
Para a social media que atende várias empresas: o perfil de cada cliente, o plano do mês, o relatório do Instagram que se monta sozinho, o portal para o cliente aprovar e as tarefas da equipe. Do planejamento ao resultado, num lugar só.
Quatro ferramentas para um trabalho só
A social media que atende várias empresas vive pulando entre Instagram, Trello, Canva e WhatsApp. Copia número à mão para montar relatório, o cliente só vê resultado num PDF mandado no WhatsApp, e o financeiro do próprio negócio fica sem controle.
O dia começa pelo que importa
Ao entrar, a social media vê o mês inteiro num relance: posts, relatórios, recebimentos e planos. Logo abaixo, o que atrasou hoje, cada cliente num círculo e os posts esperando aprovação, filtrados por rede.
Um plano de verdade, não uma planilha
Cada cliente ganha um plano do mês com diagnóstico, objetivo e estratégia editorial, sempre ao lado do perfil estratégico dele. Depois, o calendário de posts e a lista do que precisa ser captado. O cliente aprova pelo portal.
O relatório que se monta sozinho
Os números do Instagram entram sozinhos. A social media só escreve o título e o que o mês significou. O cliente recebe um relatório bonito, com a evolução dos últimos seis meses, em vez de um PDF copiado à mão.
A equipe no mesmo quadro
Captação, arte, conteúdo e aprovação num quadro só, com prazo, responsável e o que está esperando o cliente. Quem já usa Trello traz tudo com um clique.
De horas copiando número para minutos decidindo
Relatório: cerca de 1h por cliente, copiando número para o Canva.
Planejamento: cerca de 5h por cliente.
Trabalho espalhado em 4 ferramentas.
Relatório do mês: de ~5h para menos de 50 min.
Planejamento: de ~25h para ~10h por mês.
1 ferramenta no lugar de 3.
Onde entra a minha cabeça — não a IA
Sou a referência de experiência e interface do time: reviso a fidelidade e a usabilidade de cada entrega.
Regra antes de tela
Cada comportamento do sistema virou uma regra com número antes de virar código. Ninguém adivinha o que a tela deve fazer.
Entrar na rotina que já existe
Desenhei o quadro de tarefas e a importação do Trello: a social media traz o que já usa, em vez de recomeçar do zero.
Sem poluição na tela
Uma barra de ações por tela, filtros num botão, o conteúdo principal visível sem rolar, conferido em 4 tamanhos de tela.
O que muda
Relatório sem copiar número
Os dados do Instagram entram sozinhos no relatório do mês.
Cliente no portal
Aprova o plano e vê o resultado sem depender de PDF no WhatsApp.
Financeiro do negócio
Valor e vencimento de cada cliente no mesmo lugar do trabalho.
Cada cliente separado
Os dados de um cliente nunca aparecem para outro.
Ferramenta nova só pega quando entra na rotina que já existe.
Quer um sistema assim para o seu negócio?
O Social Mídia é um produto da Presenza Soluções. A gente parte da dor do seu negócio e entrega o sistema funcionando. Conheça a empresa ou fale direto comigo.
Ou por e-mail: alanafachini.uxui@gmail.com